31.1.12

Ainda dá tempo de saber (antes que seja tarde) 2

Vale recebe o nada honroso ‘Oscar da Vergonha’ com 25 mil votos
Tepco, que opera usinas nucleares de Fukushima, e Samsung completam o ranking

Mais de 88 mil pessoas participaram da votação, promovida pelo site Public Eye People's e patrocinada pelo Greenpeace, para eleger a pior empresa do ano. E os eleitores decidiram entregar o “Oscar da Vergonha” para a Vale. O resultado final foi divulgado em Davos, onde foi realizado o Fórum Econômico Mundial, entre os dias 25 e 29 de janeiro.

A companhia é a primeira brasileira a concorrer ao pleito, realizado a partir de 2000. Desde 23/1 na liderança, ela foi defenestrada por 25.042 eleitores - 797 a mais que a japonesa Tepco, que opera as usinas nucleares de Fukushima. Também participaram do concurso a sul-coreana de eletrônicos Samsung (19.014 votos), o grupo bancário Barclays (11.107), a suíça de agronegócio Syngenta (6.052) e a mineradora americana Freeport (3.308).

O ranking, assim como o perfil das competidoras, está disponível no site publiceye.

A Vale é citada como uma empresa “com longa trajetória caracterizada por condições de trabalho desumanas, violações de direitos humanos e destruição do meio ambiente” em diversas partes do mundo. A empresa é lembrada por participar do consórcio responsável pela construção da usina de Belo Monte. Para os ambientalistas , trata-se de um “empreendimento de US$ 17 bilhões planejado de forma autoritária, sem ouvir a população afetada e em desacordo com os direitos humanos e as leis ambientais”.

A Vale publicou um esclarecimento na internet no qual afirma que “a atividade mineradora gera impactos e, por isso, atua de forma a controlá-los e reduzi-los. Por essa razão, em 2011, a Vale foi considerada a melhor mineradora em gestão de mudanças climáticas, liderando o ranking do Carbon Disclosure Project (CDP) pelo segundo ano consecutivo”.

A empresa informa que prevê investimentos de US$ 1,65 bilhão em ações socioambientais em 2012, e que integra, “também pelo segundo ano consecutivo, o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), reflexo do compromisso da Vale com as comunidades em que atua. A Reserva Natural Vale, em Linhares (ES), é considerada pela Unesco Reserva da Biosfera por conservar uma das últimas áreas de Mata Atlântica no Sudeste do Brasil”. A íntegra do comunicado da empresa pode ser visto na página valeesclarece.

Fonte: O Globo.

(Sob o título “Vale recebe título de pior empresa do mundo”, leia mais sobre esse assunto no Estadão).

26.1.12

Uma buraqueira só

Deu no dianewsnoticias
Retrato Atual de Uma das Muitas Ruas do Bairro Morada Nova 3 em Igual Situação ou Até Pior que Essa

24.1.12

Administrações balofas

“Como é que você aguenta?”

23.1.12

Saia do buraco

Cuidado onde pisa

As Minhocas

17.1.12

Prefeitura, que delícia!

Michel Teiró
“Ai se eu te pego,
ai ai se eu te pego...”

14.1.12

Eles e as prioridades deles (1)

Às Moscas & Urubús
Maldito Lixão a Céu Aberto

Eles e as prioridades deles (2)

Às Moscas Varejeiras
Maldito Lixão a Céu Aberto

Eles e as prioridades deles (3)

Às Moscas Toscas
Maldito Lixão a Céu Aberto

13.1.12

Patrocínio Hoje

Chuchu beleza

11.1.12

Ainda dá tempo de saber (antes que seja tarde)

Vale concorre a pior empresa do mundo em prêmio de ONGs

A mineradora Vale está concorrendo ao nada atraente título de pior empresa do mundo por uma premiação criada desde 2000 pelas ONGs Grenpeace e Declaração de Bernia, a "Public Eye People's". Também conhecido como o "Oscar da Vergonha", o resultado da votação será revelado durante o próximo Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, que acontece entre os dias 25 e 29 de janeiro.

Essa é a primeira vez que uma empresa brasileira participa dessa votação. A Vale disputa o inglório título com a mineradora americana Freeport, o grupo financeiro Barclay's, a empresa sul-coreana de eletrônicos Samsung, a suíça de agronegócios Syngenta e a companhia de energia Tepco, que opera as usinas nucleares de Fukushima no Japão, a mais votada até agora, com 8,5 mil votos. A Vale está em quarto lugar, com 4,3 mil votos.

A indicação da mineradora é justificada no site da premiação por uma "história de 70 anos manchada por repetidas violações dos direitos humanos, condições desumanas de trabalho, pilhagem do patrimônio público e pela exploração cruel da natureza. Os organizadores condenam também o fato de a Vale, em abril do 2011, ter comprado uma participação no Consórcio Norte Energia, responsável pela usina de Belo Monte, no Pará.

Procurada, a Vale não se pronunciou sobre a indicação. A empresa disponibiliza anualmente um relatório de sustentabilidade, que está disponível no site da companhia na Internet. Para 2012, a companhia prevê investir US$ 1,648 bilhão, sendo US$ 1,354 bilhão na proteção e conservação ambiental, e US$ 293 milhões em programas sociais. A cifra supera a estimativa feita para o ano passado, que era de US$ 1,194 bilhão.

Fonte: Veja

Ê Patucíno véi (6)

Vamos brincar de criar
Distrito Industrial?
Vamos continuar brincando de fazer de conta? Vamos fazer de conta que Patrocínio agora, depois de 30 anos, vai ter um Distrito Industrial Improvisado, para abrigar as 19 empresas que receberam doação de terreno, sem qualquer planejamento, no apagar das luzes de 2011, apenas e tão-somente para justificar a doação milionária de uma fazenda para a riquíssima Cemil?

A mesma administração que há três anos vem falando que vai instituir um novo Plano Diretor lança, a bel prazer, um Distrito Industrial (Improvisado) às margens da BR-365. Tem gente que ainda leva isso a sério. Até porque não entende bulhufas e mistura alhos com bagulhos.

Primeiro doou as áreas. Agora se compromete a pavimentar ruas, levar água e esgoto, iluminação, terraplanagem (dentre outros), numa área total de 97.649 metros quadrados. Toda infraestrutura ao custo de R$ 1,5 milhão. Em ano eleitoral é obra pra lá de manjada.

Na verdade a melhor área para se estabelecer um Distrito Industrial Municipal (sem improviso), de acordo com estudos antigos realizados por administrações passadas, é aquela que fica na saída para Uberaba, em terras de herdeiros de Sidônio e Emidinha. Mas...

Quanto ao ‘affair’ Cemil, recapitulemos: o prefeito de Patrocínio – cidade em que a prefeitura é farturenta mamãe leitosa – adquiriu uma fazenda de 20 hectares, pelo valor expressivo de R$ 700 mil e a concedeu de graça gratuitamente àquela cooperativa, para que ela possa implantar, anexo à Planta Química da Vale, uma unidade industrial para mistura de fertilizantes. Um negócio que não tem perigo de dar errado de jeito nenhum.

O doutor prefeito comprou a gleba e só tornou o negócio público depois de efetivado. O JdFA até que antecipou, mas... Aquilo que pode parecer um episódio de desenvolvimento do município é mais um capítulo de doação - sem debate com a sociedade - do patrimônio do povo, adquirido graças aos impostos pagos pelos patrocinenses. Como eles têm o poder de estabelecer as prioridades nessa terra, R$ 700 mil foram priorizados nisso. O que você acha? Dispor de R$ 700 mil para tal está entre as prioridades de Patrocínio nesse momento? Só que agora, leitor(a), a ignêz é morta...

A mamãe prefeitura, nas mãos dessa gente, tem bala para comprar fazenda e doar (presentear) a uma empresa privada. Só não tem para investir na saúde da pobreza, construir um Pronto Socorro (ou Hospital Municipal) digno, na segurança da população e em projetos para tratamento de viciados em crack etc e opções de lazer para a juventude, melhorias em bairros que há muito não recebem benefícios do poder público. Sem falar na falta de um Instituto Médico Legal (IML) e no insolucionável e vergonhoso Lixão a céu aberto. (Não vamos aqui ficar desfiando um rosário de carências urgentes e inadiáveis do município... Pra quê?)

Pergunta se algum vereador questionou, ponderou ou sequer manifestou-se contra esse tipo de munificência. Que nada. Eta turma generosa (e sem preparo). Nesse caso, os impostos do povo, totalizados em R$ 700 mil, foram repassados em benefício dos acionistas de uma cooperativa capitalizada, rica, cujas ações no pregão cooperativista só tendem a crescer. A mesma cooperativa que era para ter sede em Patrocínio e que optou por estabelecer-se em Patos de Minas. A cooperativa pediu e ganhou 20 hectares de brinde. Fez a parte dela. Afinal, quem não chora não mama.

Agora essa conversa - sem estudo ou planejamento algum - de que Patrocínio terá, depois de 30 anos, um Distrito Industrial, isso até parece brincadeira de quem só sabe improvisar. Não deve ter noção alguma do que realmente seja de fato um Distrito Industrial. Falta um projeto consistente para um tema de tal magnitude, tão complexo e abrangente. Patrocínio precisa se profissionalizar, sair do amadorismo, do jogo de faz-de-conta. Seus administradores precisam aprender a ver além da Serra do Cruzeiro ou do Morro do Gavião. E parar de ficar pensando somente na próxima eleição.

Acorda, Patrocínio! Dorme não, patrocinenses!

10.1.12

Fala que eu te escuto (aproveito e peço teu voto)

Ouvidoria
Venha tomar um cafezinho conosco

Em time que está perdendo se mexe

Ano eleitoral

30.12.11

Balanço

Desapaixonadamente/Inteligentemente
Em tempos de Mega Sena da Virada, o JdFA convida seus leitores à reflexão quanto ao volume de dinheiro que circula na administração pública de Patrocínio, Minas Gerais.
A administração municipal de Patrocínio termina o terceiro ano de mandato divulgando e inaugurando obras propaladas desde 2009. Analisando realística e friamente, sem muito o que mostrar, por mais pirotecnia publicitária que façam. (Somente de janeiro a abril deste ano os valores empenhados e liberados para agências de propaganda de Uberlândia e Belo Horizonte chegaram a mais de meio milhão. Ainda não se sabe os valores liberados pela atual administração de maio a 31 de dezembro, mas a julgar pelo volume de outdoors espalhados pela cidade, impressos, veiculação de propaganda em canais regionais de televisão etc...). Patrocínio é um município rico, riquíssimo. Arrecada demais. E, além do quê, é privilegiado por substanciosas verbas estaduais e federais.

Fora o programa Minha Casa Minha Vida, a vinda do Instituto Federal (IFET), as obras do Daepa com empréstimo de R$ 10 milhões pelo Novo Somma (24 anos para pagar, três anos de carência para começar a pagar - ou seja: só o próximo prefeito vai desembolsar a primeira parcela), as avenidas concluídas com recursos externos, e fora os repasses estaduais e federais, Patrocínio tem orçamentos de altas somas. Era para o município estar 'arrebentando' de obras de canto a canto. Mas, infelizmente, não. Procurem, façam uma lista de obras relevantes (operação tapa-buraco e limpeza de lote não vale). Podem incluir na prestação de contas os sinaleiros para pedestres e o asfaltamento e meio-fios de quase R$ 2 milhões no Bairro Manuel Nunes, com recursos da municipalidade.

Com tantos recursos, a prestação de serviços de saúde para a pobreza era para estar nos trinques, tinindo. (Dói saber sobre a humilhação que pessoas humildes - que este redator conhece - têm passado quando dependem destes serviços. Isto é inadmíssivel (é uma vergonha) e é uma das áreas à míngua que nos move a manter acesa esta página virtual). O lazer, a cultura (o Conservatório de Música foi abandonado por este governo e a Fundação Casa de Cultura virou uma cabidela de emprego para apaniguados e uma coisa aqui e outra ali), programas para a juventude, para as crianças etc. Não aconteceu nada ainda. A área de ação social simplesmente não se apresenta, não faz parte da cena. Em todos os setores justificam-se demais, explicam-se demais, mas a concretude de fatos, atos, ações e realizações ficam aquém do que poderiam ser/estar/ter/haver.

Fora os programas federais implantados, não há um só programa (projeto) municipal em andamento e com perspectiva de sequência e de futuro. É tudo pontual, localizado, coisa de momento. Por mais que os defensores tentem apontar realizações, quéde, cadê, onde? Proporcionais aos orçamentos municipais e às verbas entrantes mensalmente.

Graças ao peso do produto café na balança comercial, o município é um dos mais ricos de Minas. Tanto dinheiro, com planejamento e austeridade, máquina enxuta, criatividade, simplicidade e inteligência, sem dúvida as coisas aconteceriam... Quem sabe um dia. Enquanto isso a mamãe prefeitura de Patrocínio é uma das maiores empregadoras da região.

Abaixo os orçamentos de Patrocínio na atual administração. Soma tudo e divide pelos meses, por favor. Algumas previsões orçamentárias foram suplantadas.

Ano 2009 - R$ 128.442.111,00
Ano 2010 - R$ 140.930.000,00
Ano 2011 - R$ 156.500.000,00
Ano 2012 - R$ 170.525.300,00

Saliente-se que o Departamento de Água e Esgoto - DAEPA tem orçamento próprio. Considerável também.

Repetindo: Tudo isto fora os repasses estaduais e federais. Em tempos de Mega Sena da Virada, reflita. É dinheiro demais, não é?

Por falar em Mega Sena da Virada, já fez sua apostinha? Boa sorte!

Publicando a pedidos de diversos professores de Patrocínio

Professores da rede estadual não estão nem um pouco satisfeitos com o deputado Deiró Marra

Para ampliar clique aqui

O projeto do Governo de Minas que define a política salarial de 400 mil servidores da rede estadual de educação foi aprovado em 23 de novembro em regime único pela Assembleia Legislativa. Mesmo com a ocupação das galerias por manifestantes, o governo conseguiu aprovar a proposta com 51 votos a favor e 20 contra.

O projeto prevê que a partir de janeiro de 2012 a remuneração mínima dos professores de nível médio passa a ser de R$ 1.122, enquanto os de nível superior passam a receber R$ 1.350. A direção do Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação em Minas Gerais (Sind-UTE) não descarta uma nova greve no início de 2012. Neste ano a categoria realizou uma paralisação de 112 dias, a de maior duração no Estado.

A coordenadora-geral do Sind-UTE, Beatriz Cerqueira, afirmou que o projeto substitutivo é uma imposição, por não ter passado pela Comissão Tripartite de Negociação, que era composta por deputados, sindicato e governo. O sindicato alega que foi excluído dos debates na reta final das discussões.

"51 deputados tiveram a péssima ideia de votar a favor da destruição do plano de carreira dos professores. Quando achávamos que pior não poderia ficar, o Sr. Governador apresenta aos seus deputados da ALMG, um projeto de lei que aniquila com a carreira da nossa categoria. Como teremos novas eleições nos próximos anos, gostaria de deixá-los informados de quais são esses inimigos da Educação. Estes deputados estaduais votaram pela retirada de direitos da categoria e aprovaram o projeto de lei do subsídio".

O Sind-UTE pede aos servidores da Educação que guardem bem os nomes e rostos dos seguintes deputados:

Alencar da Silveira Junior, Ana Maria Resende, Anselmo José Domingos, Antônio Carlos Arantes, Antônio Genaro, Antônio Lenin, Arlen Santiago, Bonifácio Mourão, Bosco, Célio Moreira, Dalmo Ribeiro, Deiró Marra, Délio Malheiros, Doutor Viana, Doutor Wilson Batista, Duilio de Castro, Carlos Henrique, Carlos Mosconi, Cássio Soares, Fabiano Tolentino, Fábio Cherem, Fred Costa, Gilberto Abramo, Gustavo Corrêa, Gustavo Valadares, Gustavo Perrella, Hélio Gomes, Henry Tarquinio, Inácio Franco, Jayro Lessa, João Leite, João Vitor Xavier, José Henrique, Juninho Araújo, Leonardo Moreira, Luiz Carlos Miranda, Luiz Henrique, Luiz Humberto Carneiro, Luzia Ferreira, Marques Abreu, Neider Moreira, Neilando Pimenta, Pinduca Ferreira, Romel Anízio, Rômulo Veneroso, Rômulo Viegas, Sebastião Costa, Tenente Lúcio, Tiago Ulisses, Zé Maia, Duarte Bechir.

Pede, também, que os professores agradeçam aos deputados que lutaram até o fim para que esse projeto não fosse aprovado.

Adalclever Lopes, Adelmo Carneiro Leão, Almir Paraca, André Quintão, Antônio Júlio, Bruno Siqueira, Carlin Moura, Celinho do Sinttrocel, Durval Ângelo, Elismar Prado, Ivair Nogueira, Liza Prado, Maria Tereza Lara, Paulo Guedes, Pompilio Canavez, Rogério Correia, Rosângela Reis, Tadeu Leite, Ulisses Gomes, Sávio Souza Cruz.

Depoimento de Beatriz Cerqueira, coordenadora-geral do Sind-UTE, sobre o resultado da votação de 23 de novembro de 2011:

"Se o dia de hoje pudesse ser resumido em vitória do Governo e derrota do Sindicato, as consequências estariam restritas ao placar de um jogo político.

Mas a realidade da escola pública mineira, o que inclui a situação de seus profissionais, não é um jogo político e com o resultado da votação do projeto de lei substitutivo número 5, todos que defendem uma educação pública de qualidade perderam.

Resta saber quem saiu vitorioso com o resultado deste dia.

Foram 12 horas ininterruptas de discussão no plenário da Assembleia Legislativa. A categoria optou por sair do subsídio. O Governo do Estado assinou um documento se comprometendo a aplicar o Piso Salarial na carreira. O Governador Antônio Anastasia não cumpriu o compromisso que assumiu.

Nesta noite de quarta-feira, 51 deputados estaduais aprovaram o projeto de lei do governo tornando obrigatório o subsídio a partir de janeiro de 2012. A categoria perde novos biênios, quinquênios, trintenários, gratificação de regência, etc, perde o Piso Salarial Profissional Nacional.

Quando em janeiro de 2012 você perder os direitos de carreira que já adquiriu, ou quando os profissionais de outros estados e municípios tiverem reajuste de 16% e Minas não praticar este reajuste, questionaremos os deputados estaduais que votaram contra a categoria".

29.12.11

Só ria

Motoristas, prestem atenção nos sinaleiros para pedestres.

Paga logo a turma!

Pela mixaria
que se sujeitam a ganhar

Leia, analise, forme sua opinião

E-mails são sempre muito esclarecedores


"Caríssimo Flávio de Almeida, a CLIM já teve como sócio o Dr. Carlos Ibrahim Daura. Hoje ele não participa nem como Engenheiro Civil e muito menos como cotista.

Sobre a Daura Construtora não sei informar quem são os proprietários, mas provavelmente o Dr. Alberto ou o Ibrahim são sócios. Caso queira citar a Daura Construtora, fique livre e a vontade para fazer isso, mas lembro que tanto o Dr. Alberto quanto o Ibrahim não pertencem à executiva do PSDB, são membros do Diretório e não falam em nome do partido.

Ilustre redator, o PSDB de Patrocínio possui exatamente 515 filiados e não mantemos controle sobre as atividades econômicas, muito menos possuo o interesse de ser autoritário de querer ter esse controle. As obras do município são públicas e devem obedecer alguns princípios constitucionais e legais, como por exemplo, da publicidade, transparência, legalidade e imparcialidade. Qualquer empresário tem direito de participar, desde que preencha os requisitos publicados no edital, inclusive filiados e membros do diretório do PSDB.

Mas a questão é esclarecer sobre a CLIM, que é propriedade exclusiva do Sr. Laudecir. Este pertence ao grupo de Eduardo Machado Arantes e não do PSDB de Patrocínio. Mas acredito que foi apenas um lapso, pelo fato do Senhor estar residindo em outro Município, sendo perfeitamente normal essa desatualização.

Importante citar, que na atualidade, o PSDB não possui nenhuma relação com o Governo Municipal e até o momento a executiva do PSDB não está conversando sobre as eleições municipais com nenhum grupo político (apesar de que somos livres para discutir e conversar com qualquer grupo ou liderança política, inclusive com o Prefeito e os Presidentes de partidos políticos).

Apenas para atualizar o departamento político da sua redação, o PSDB esse ano teve algumas renovações e desfiliações, entre estas se destacam o advogado Dr. Luciano Capuano Santos, os empresários Laudecir Aparecido Luque, Mario Elísio Jacinto e Claudio Alvarez Garcia.

Por fim, não estou querendo contestar, apenas esclarecer, mas agradeço o espaço oferecido.

Saudações Tucanas, Régis Vinícius Nunes
Presidente do PSDB de Patrocínio/MG"

Em tempo: Prezado Dr. Régis Vinícius: E a Serralheria do Salitre, é de propriedade do líder do prefeito na Câmara e vereador do PSDB?